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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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BIO MERCADO, UM ESPAÇO NO CENTRO DE LISBOA, ONDE SÓ ENTRAM PRODUTOS BIOLÓGICOS

Mäyjo, 09.11.16

biomercado

Se há uns anos atrás comprar produtos biológicos era difícil e bastante caro, estando vedado apenas a uma pequena minoria, hoje o cenário é bastante diferente.

 

A quantidade de lojas e supermercados biológicos aumentou, assim como a gama de produtos que estas lojas oferecem é cada vez mais diversificada. É o caso do supermercado BioMercado, na Avenida Duque D’Avila, bem no centro de Lisboa.

Este espaço aposta na combinação de várias rotinas diárias, para tornar mais fácil a introdução de práticas biológicas no nosso dia-a-dia. Aqui é possível fazer as compras lá para casa, bem como encomendar produtos frescos para recolher em dias específicos.

Uma loja bem no centro de Lisboa, a conhecer!

Foto: BioMercado

O Minuto Verde é uma rubrica produzida pela Quercus e emitida aos dias úteis na RTP. 

Foto: BioMercado

AGRICULTURA BIOLÓGICA BENEFICIA A BIODIVERSIDADE

Mäyjo, 30.09.15

agricultura_SAPO

Um novo estudo revela que as quintas que praticam agricultura biológica promovem a biodiversidade de plantas selvagens nos terrenos envolventes, o que se traduz em vantagens para a vida selvagem.

A investigação – elaborada por cientistas da Universidade de Swansea, no Reino Unido, e institutos franceses, que analisaram campos semeados com trigo de inverno na região de Poitou-Charente – concluiu que embora a agricultura orgânica seja menos rentável que a agricultura convencional, consegue albergar mais biodiversidade nos seus campos e terrenos adjacentes ao cultivo.

“As plantas selvagens são importantes para os pássaros, abelhas e outras espécies que costumam frequentar os campos agrícolas”, indica Luca Borger, investigador do Departamento de Biociências da Universidade de Swansea, cita a BBC. “A agricultura biológica tem vantagens em manter este tipo de prática, mas mesmo uma mistura de práticas biológicas e não biológicas pode ajudar a manter a biodiversidade na área”, acrescenta o investigador.

Os terrenos agrícolas fornecem habitat essencial para muitas espécies de animais, mas a intensificação da agricultura tem conduzido a uma perda de biodiversidade. Defensores da agricultura biológica indicam que este método agrícola pode ser um compromisso importante para assegurar as necessidades alimentares da população humana e o habitat de abelhas, pássaros e outros animais.

O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society of London B – Biological Sciences.

Foto: Treebeard / Creative Commons

SUPERMERCADO BRITÂNICO VAI VENDER TOMATES CAÍDOS E DE FORMAS FEIAS

Mäyjo, 27.06.15

Supermercado britânico vai vender tomates caídos e de formas feias

O supermercado Waitrose vai vender sacos de tomates que tenham caído naturalmente e outros cujas formas sejam irregulares e feias, de acordo o comprador deste fruto para a cadeia britânica, Peter Cooke.

“No que toca aos tomates, não há nenhuma razão para que a beleza tenha de estar associada à pele lisa. Todas as nossas selecções são diferentes, e essa é a verdadeira beleza, termos tomates que, normalmente, não seriam vendidos desta forma aos nossos consumidores”, explicou o responsável.

O tomate, juntamente com o abacate, é o produto fresco que cria mais desperdício alimentar na indústria. A Waitrose já vende vários frutos e vegetais com a forma estranha, como cenouras, batatinhas, courgettes, morangos, ameixas, maçãs e couve-flores – e, segundo o Guardian, continuará a colocar cada vez mais produtos ditos feitos nas suas lojas, como forma de reduzir o desperdício.

No caso do tomate, uma caixa de um quilo inclui várias espécies, do cherry ao bebé, que normalmente são ignorados porque caíram no chão ou têm uma forma estranha. Cada caixa custa €3,60 (R$11,20).

Nos últimos anos, associações e activistas ligados à alimentação têm criticado a obsessão dos supermercados pelos produtos perfeitos – incluindo o próprio critério dos retalhistas -, o que leva à criação de uma interminável montanha de desperdício alimentar.

Foto:  marlenedd / Creative Commons

Os 12 vegetais e frutas com mais pesticidas

Mäyjo, 09.03.15

Os 12 vegetais e frutas com mais pesticidas (com LISTA)

O que é pior: não lavar a maçã que colocou na sua mala, hoje de manhã, antes de ir para o trabalho ou não comer nenhuma fruta – maçã ou outra – durante todo o dia? Segundo o Huffington Post, não comer nenhuma maçã é, de facto, a pior decisão, mas comer uma peça de fruta sem estar lavada transporta também vários riscos.

As maçãs ocupam um lugar de destaque na Dirty Dozen List, do Environmental Working Group, uma espécie de lista das frutas mais contaminadas dos Estados Unidos. Ainda que a lista não seja portuguesa, ela pode dar-nos algumas luzes sobre o que estamos a comer. Sobretudo quando não lavamos a fruta.

No caso da maçã vendida nos Estados Unidos, em pelo menos 99% desta fruta existe pelo menos um pesticida.

O Huffington Post dá um conselho para quando não conseguimos lavar a peça de fruta que levámos para o trabalho ou outro sítio: optar por uma laranja, banana ou outro qualquer fruto com casca.

Veja a lista das frutas e vegetais com mais pesticidas dos Estados Unidos.

1.Maçã

2.Morango

3.Uvas

4.Aipo

5.Pêssego

6.Espinafres

7.Pimentão Doce

8.Nectarina

9.Pepino

10.Batata

11.Tomate-cherry

12.Pimentão

Foto:  DeSegura89 / Creative Commons

A agricultura biológica como ferramenta para a inclusão social

Mäyjo, 02.03.15

A agricultura biológica como ferramenta para a inclusão social (com VÍDEO)

Fundada em 1976, a Cercica é uma das muitas entidades que apoia, em Portugal, os cidadãos inadaptados. A cooperativa actua na área de Cascais e a sua última aposta, a agricultura social, é a prova de que a integração, no mercado trabalho, de pessoas inadaptadas não é um processo caótico e complexo.

O projecto de agricultura social da Cercica é, na verdade, bastante simples: utilizar a agricultura biológica como ferramenta de inclusão social. “Estes jovens não são diferentes de todos nós. A sua grande ambição é terem trabalho e serem autónomos. E é para isso que nós os treinamos”, explicou ao Economia Verde Rosa Neto, da Cercica Cascais.

O primeiro passo é a formação dos jovens. Depois vem o cultivo das plantas ornamentais ou aromáticas, que a Cercica vende para várias entidades, públicas ou privadas. “Só conseguimos dignificar as pessoas através do trabalho. E isso é visível no país, na crise. As pessoas estão deprimidas porque não têm trabalho”, explica

Os vasos de menta-chocolate desenvolvidos durante a visita do Economia Verde seguiram para uma das mais conhecidas geladarias de Cascais. “Temos várias áreas de negócio e os seus lucros são reinvestidos nos que conseguem fazer menos”, frisou Rosa Neto.

As plantas, por sua vez, foram enviadas para a Câmara Municipal de Cascais. Mais tarde, serão colocadas em rotundas do concelho. “O grande cliente é a câmara, mas também temos clientes particulares. Estamos a trabalhar para a comunidade, como qualquer outro empresário”, concluiu a responsável pela Cercica.

“Pagamos IVA e os seus impostos. Não estamos isentos desta situação e isso é um verdadeiro contributo que eles estão a gerar para o Estado. É importante e eles sabem disso”.

Veja o episódio 207 do Economia Verde.

 

Foto: mckaysavage / Creative Commons